Cordino

Cordino: o gigantesco desafio do milhão

Depois do Sampaio, o Cordino é o time que terá a maior receita em 2018. Além de finanças, a Onça de Barra do Corda também terá um calendário cheio e disputará quatro competições no próximo ano. Tudo isso é novidade para um time que praticamente acabou de ser fundado (2010) e terá o seu principal teste administrativo em 2018.

Só em cotas, o Cordino já tem garantido para o ano que vem quase 1 milhão de reais. Um total de 500 mil da Copa do Brasil e 250 mil da Pré-Copa do Nordeste. O valor pode ser acrescentado a mais 500 mil caso a equipe passe pelo Treze-PB nas preliminares da competição regional. E claro, quanto mais for avançando nas copas as cifras aumentarão em seu cofre. Sem contar com rendas e parcerias futuras que poderão vingar.

O certo é que estou curioso para saber como o Cordino vai usar todo esse dinheiro. Pois já ouvi falar que o clube tem dívidas ainda não sanadas de temporadas anteriores e pouco desfrutará do valor milionário em 2018. Espero que não. Não é possível para um clube tão recente.

Outro dia ouvi uma entrevista do jovem presidente do clube, Bruno César, que não me deixou muito positivo. Não me demonstrou ter um planejamento sequer sobre comissão técnica e elenco para o ano que vem. Falava ainda em esperar a Série B do Maranhense para saber se Marlon Cutrim, que já está no Bacabal, continuaria ou não. Me deu um tom de amadorismo. Já dava para estar com tudo amarrado com o Marlon ou com quem quer que fosse.

Tive conversas com o próprio Ullisses, referência do time durante todos esses anos, que não me demonstrou tanto entusiasmo a respeito da organização da Onça para esse gigantesco desafio do ano que vem. Acho que já passou da hora do Cordino se articular e pensar o que será planejado para 2018. Começa pelo Ullisses que pasmem: ainda não sabe onde vai jogar ano que vem. Não dar pra fechar com ele de novo em cima da hora. Esperamos um novo Cordino.

Tomara que não caiam no erro de ressuscitar certos “atletas” e seja outro que com dinheiro na mão passe a inflacionar o mercado e com quatro ou cinco jogadores comprometa sua folha. É preciso pé no chão e tiro certo nas contratações que podem e devem estar acima dos seus rivais locais. Dinheiro e competições atrativas o Cordino só não tem mais que o Sampaio.

Mas, acima de tudo, o que o Cordino precisa mesmo para ontem é sair na frente. O clube já tem a partida mais importante de sua história logo após as festas de fim de ano. Logo no dia 4 de janeiro, a Onça faz o primeiro jogo da Pré-Copa do Nordeste, contra o tradicional Treze-PB, e na semana seguinte encara o duelo de volta. Em jogo estará o prestigio de chegar a fase de grupo da competição e mais 500 mil reais. Vale muito!

Depois, não para! Tem Maranhense na sequência, Copa do Brasil e o Brasileiro da Série D. O desafio está lançado. Basta agora competência dos jovens cartolas do Cordino para definitivamente estabelecer uma nova força no futebol do Maranhão. Espero modernidade dessa juventude. Ou melhor, quero esperar…

4 comentários em “Cordino: o gigantesco desafio do milhão”

  1. Afonso, existe a possibilidade do campeonato maranhense 2018 ser transmitido por alguma TV aberta???
    E qual posicionamento da TV Difusora sobre transmitir a Copa do Nordeste 2018, já que o SBT garantiu os direitos televisivos.

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